Estruturas Dinamizadoras

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A Administração Pública (central e local) desempenha um papel importante na competitividade do País, não só porque tem de responder às necessidades dos agentes económicos e sociais, mas também porque tem de assegurar níveis de qualidade dos serviços prestados em consonância com o desenvolvimento da sociedade e as expetativas dos cidadãos.

As melhores organizações estão mais suportadas em pessoas qualificadas. As tradicionais abordagens hierárquico-funcionais funcionam cada vez pior, na maioria das organizações públicas e privadas. Os problemas de hoje derivam das soluções do passado, nomeadamente dos modelos mecanicistas e burocráticos de pensamento. Um novo modo de pensamento organizacional, requer educação e atitude adequada, bem como espírito criativo e condutor da mudança para patamares mais elevados de desempenho. A Associação Portuguesa para a Qualidade, consciente do papel que desenvolve na sociedade portuguesa e do contributo que presta para o desenvolvimento sustentado do País, criou o Centro de Excelência para a Gestão Pública (CEGesP), como espaço de reflexão, formação e atuação orientada para os agentes da  Administração Pública.
A APQ-CEGESP pretende ser uma plataforma de desenvolvimento de competências pessoais e organizacionais, capaz de criar saber e parcerias relevantes para a promoção das técnicas e métodos da gestão pela qualidade, bem como das boas práticas de gestão no setor público, e ainda incentivar atividades de benchmarking a nível nacional e internacional.
O CEGesP dispõe de Regulamento próprio, contendo as regras básicas de admissão e funcionamento, pelo que o convidamos, desde já, a fazer parte desta nova Estrutura da APQ.
Para mais informações, poderá contactar-nos: geral@apq.pt

 

Regulamento

Clique no link abaixo para descarregar o pdf do Regulamento do Centro de Excelência para a Gestão Pública (CEGesp)
Regulamento CeGesP
tamanho: 405kb

 

Actividades – Ano de 2012

Curso – A Auto-Avaliação CAF e o reconhecimento da Excelência “Committed to Excellence”
Lisboa |
17 e 18 de Outubro

Curso – Responsabilidade Social nas Organizações Públicas
Lisboa |
14 de Novembro
Porto | 21 de Novembro

Curso – Avaliação do Desempenho através do Balanced Scorecard nas Organizações Públicas
Lisboa | 
12 e 13 de Dezembro
Porto | 17 e 18 de Dezembro

COLÉGIO DE AUDITORES

A Direcção da APQ lançou, em 1999, o Colégio de Auditores, com o objectivo de dignificação, valorização profissional e salvaguarda da ética e deontologia dos auditores, a par da sua representação junto das entidades ligadas a esta temática profissional, o qual, por vicissitudes várias, foi desactivado.

Recentemente, um conjunto de Associados, liderado por Paulo San-Bento e envolvendo Amadeu de Sousa, Gregório Laranjo, Jorge Mendonça e José Cruz Oliveira, manifestaram disponibilidade e empenho na reactivação do Colégio, proposta que mereceu o total apoio da Direcção.

Os princípios gerais do Colégio, propostos pelos referidos Associados e aprovados pela Direcção, podem ser consultadosaqui, contendo os elementos essenciais sobre o enquadramento do novo Colégio de Auditores.

O Colégio dispõe de Regulamento próprio, contendo as regras básicas de admissão e funcionamento, podendo ser consultado aqui.

PARTICIPE!

 

Princípios Gerais

Downloads

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Regulamento

Clique no link abaixo para descarregar o pdf do Regulamento do Colégio de Auditores

 

Fórum Colégio de Auditores

Caros Membros,

Bem-vindos ao Fórum do Colégio de Auditores, esperamos que esta área vos seja muito útil e que possa ser um espaço de discussão e partilha de experiências.

Informamos que os processos de registo neste fórum são aprovados manualmente.

Os Registos serão aprovados num prazo de 48h

Para que possam usar devidamente este fórum aconselhamos a ler as regras de utilização ao Fórum do Colégio de Auditores.

Participe neste Fórum através do seguinte link http://forum.apq.pt

CrisA reputação é atualmente um dos maiores ativos para as empresas. Por isso o CRIS assumiu como tema de 2014 a reflexão sobre o impacto das más práticas éticas na reputação das organizações.

O lançamento do tema foi feito através de um inquérito: “Impacto das “más práticas éticas” na reputação das empresas: a perceção das organizações associadas da APQ”. Pretendíamos perceber como é que as organizações associadas da APQ percecionavam o risco reputacional, a forma como o geriam e ainda a existência desses riscos na cadeia de fornecimento.

Os resultados preliminares deste inquérito foram apresentados e discutidos no 1º Encontro de Estruturas APQ que se realizou no dia 17 de Setembro na Católica Porto Business School.

O inquérito foi enviado no dia 30 de Maio a todos os associados coletivos da APQ e esteve on-line durante três semanas tendo havido apenas 19 respostas. Esta inabitual baixa taxa de respostas leva-nos a pensar que talvez ainda não haja uma grande sensibilidade para o tema, o que reforça a importância de o trazer para a ordem do dia e permitir que seja debatido de forma estruturada.

Nesse sentido, resolvemos voltar a ativar o inquérito que estará assim disponível até 31 de Dezembro. A todos os que já responderem agradecemos a participação. Contamos com o interesse dos restantes associados coletivos da APQ, para, com a sua visão e experiência, valorizarem este estudo, em proveito de todos.

Para aceder ao inquérito clique aqui

OUTRAS INICIATIVAS CRIS

Repositório dos “Encontros CRIS”

Relato do Seminário “Responsabilidade Social | A Normalização Nacional e Internacional

INFORMAÇÕES:
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A QUALIDADE
DELEGAÇÃO REGIONAL NORTE
Rua Orfeão do Porto, Nº 360 Loja 3 • 4150 – 798 Porto
TEL: 226 153 320 |FAX: 226 153 328 | E-MAIL: cris@apq.pt

Quem Somos

CrisMISSÃO
Promover a construção e partilha de conhecimento e o desenvolvimento de competências no âmbito da responsabilidade e inovação social, factores da Qualidade e da Excelência Organizacional, através de actividades e parcerias envolvendo as empresas (em particular as PME), a comunidade científica e a sociedade em geral.

VISÃO
Ser uma referência internacional na promoção da responsabilidade e da inovação social enquanto factores da Qualidade e da Excelência organizacional

Linhas de orientação do CRIS
• Constituir-se como uma plataforma de construção e partilha de conhecimento;
• Estabelecer e dinamizar parcerias com entidades de referência
• Promover a Investigação/Acção entre a comunidade científica, as empresas (em particular as PME) e a sociedade em geral
• Desenvolver e promover a utilização de metodologias e instrumentos de gestão e de avaliação do desempenho organizacional;
• Criar e dinamizar Projectos e Eventos específicos

Encontros CRIS: Veja aqui os Encontros CRIS

Encontros CRIS

CrisUma das nossas iniciativas periódicas é promover os Encontros CRIS. Subordinados a um tema anual – ‘Boas Práticas de Responsabilidade Social’ em 2010; ‘Relatórios de Sustentabilidade’ em 2011; “Inovação Social” em 2012; “Gestão ética em tempos de crise”, em 2013; “Riscos Reputacionais” em 2014 – realizam-se às 5ª feiras das 18h00-19h30, nas instalações na Católica Porto Business School, Campus Foz, com a seguinte agenda:
18h00 Receção aos participantes
18h15 Apresentação dos Encontros CRIS
18h30 Convidado
19h00 Debate
19h25 Desafio aos participantes
19h30 Encerramento

 

Encontros CRIS 2013 – Gestão Ética em Tempo de Crise

Num período de profunda crise económica e social em que muitas empresas têm de lutar pela sua sobrevivência é importante reafirmar que os fins não justificam os meios mantendo a consistência e a coerência com aqueles que são os valores de cada organização.
• Como fazer face a uma situação de despedimentos protegendo os colaboradores e preservando a sua dignidade?
• Como manter os nossos padrões éticos em negócios com outras culturas?
• Como gerir a cadeia de fornecimento numa perspetiva de responsabilidade social?

São estes os desafios que serão objeto de debate nos Encontros CRIS deste ano – “Ética e despedimentos”, “Ética em países em desenvolvimento” e “Ética e cadeia de valor”, sempre com um convidado com experiência no tema e que viveu na primeira pessoa cada uma destas situações.

O 1º Encontro CRIS 2013*, subordinado ao tema “Ética em Países em desenvolvimento” teve lugar no dia 6 de junho, como sempre na Católica Porto Business School, com o seguinte programa:
18h00-18h15 Receção aos participantes
18h15-18h30 Apresentação dos Encontros CRIS 2013, Helena Gonçalves
18h30-19h00 Ética em países em desenvolvimento
Quais os desafios? Como manter os nossos padrões éticos em negócios com outras culturas?
O testemunho de Jorge Líbano Monteiro, Diretor da ACEGE – Associação Cristã de Empresários e Gestores.
19h00-19h30 Debate
19h30-19h35 Desafio aos participantes | Encerramento
* Em 2013, só foi possível a realização de um dos Encontros CRIS

 

Encontros CRIS 2012 – Inovação Social

Tal como nos Encontros CRIS 2010 e 2011 as apresentações dos convidados, de cerca de 30 minutos foram precedidas por uma breve comunicação com apresentação do CRIS e uma síntese enquadradora do tema anual. Após intervenção dos convidados e a seguir ao debate manteve-se o lançamento do desafio aos participantes para serem membros do CRIS e redigirem um caso:  de “Boas Práticas” a partir da matriz conceptual e exemplos da Comissão Europeia (CE, 2004, Espírito Empresarial Responsável); de “Como elaborar um Relatório de Sustentabilidade” a partir do ciclo de elaboração de relatórios de sustentabilidade GRI; e este ano, de “Inovação Social” a partir do  modelo das 6 etapas da Inovação Social, de Geoff Mulgan.

 

Os Encontros CRIS|Norte 2012, “Inovação Social”, têm como objetivo refletir sobre o conceito e partilhar casos de Inovação Social interna e externa.
No 1º Encontro refletimos sobre as diversas abordagens ao conceito de Inovação Social a partir de exemplos nacionais e internacionais, com a colaboração de Raquel Campos Franco, docente da Faculdade de Economia e Gestão da Universidade Católica no Porto e fundadora do projeto Impulso Positivo, dedicado à criação de plataformas de encontro entre organizações sem fins lucrativos e empresas empenhadas na resolução das questões sociais mais urgentes.
 
No 2º Encontro ficamos a conhecer um exemplar caso de Inovação Social interna, “O projeto MIMO” da ACEMBEX, com a participação do Dr. Luís Vasconcelos, CEO, da Engª Daniela Melo, Diretora e da Drª Lígia Fonte, responsável atual pela execução do projeto.
 
No 3º Encontro CRIS 2012 foi apresentado um caso de Inovação Social externa: ““A Fundação EDP e o Hub de Inovação Social de Paranhos”,com a colaboração de Sofia Lage, Gestora Local do Departamento de Inovação Social da Fundação EDP

 

INFORMAÇÕES:
ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA PARA A QUALIDADE
DELEGAÇÃO REGIONAL NORTE
Rua Orfeão do Porto, Nº 360 Loja 3 · 4150 – 798 Porto
TEL: 226 153 320 |FAX: 226 153 328 | E-MAIL:  cris@apq.pt

 

Encontros CRIS 2011 – Relatórios de sustentabilidade

Tal como nos Encontros CRIS 2010 as apresentações dos convidados, de cerca de 30 minutos foram precedidas por uma breve comunicação com apresentação do CRIS, incluindo Visão/ Missão e Linhas orientadoras e uma síntese enquadradora do tema anual. Após intervenção dos convidados e a seguir ao debate manteve-se o lançamento do desafio aos participantes para serem membros do CRIS e redigirem um caso de Boas Práticas a partir da matriz conceptual e exemplos da Comissão Europeia (CE, 2004, Espírito Empresarial Responsável).

Os Encontros CRIS 2011 tiveram como objectivo reflectir sobre o processo de elaboração de Relatórios de Sustentabilidade que seguiram as especificações GRI3 (Directrizes para a elaboração de Relatórios de Sustentabilidade, da Global Reporting Initiative). Apresentámos exemplos de processos de elaboração de um primeiro Relatório de “nível C” e de um Relatório de “nível A+”

Para o 1º Encontro, realizado a 31 de Março, foi convidado para apresentar o processo de elaboração do primeiro RS da SOLIDAL / QUINTAS & QUINTAS o Dr. Jorge Quintas Serrano, Assessor do Conselho de Administração. No dia 19 de Maio, o Dr. Fernando Leite, Administrador-Delegado e a Eng.ª Isabel Nogueira, do Gabinete de Auditoria, Sustentabilidade e Qualidade Total fizeram a apresentação do sétimo RS anual da LIPOR. No 3º Encontro, 13 de Outubro, contamos com a exposição do Engº Fernando Artilheiro Antunes, do departamento de Qualidade, Ambiente e Segurança da JAYME DA COSTA, para apresentar o processo de elaboração de um outro primeiro RS, agora de uma PME.

SLIDES das Comunicações

1º Encontro 2011: SOLIDAL / QUINTAS & QUINTAS – Slides das Comunicações
2º Encontro 2011: LIPOR
3º Encontro 2011: JAYME DA COSTA – Slides das Comunicaçõe

 

Os relatórios de Sustentabilidade destas empresas poderão ser encontrados em:

Solidal / Quintas & Quintas http://www.solidal.pt/index.php?m=216&c=32

Lipor http://www.lipor.pt/default.asp?SqlPage=biblioteca

Jayme da Costa http://www.jaymedacosta.pt/

 

Encontros CRIS 2010 – Boas práticas de Responsabilidade Social

Foram realizados 3 Encontros CRIS 2010, gratuitos, subordinados ao tema anual “Boas Práticas de Responsabilidade Social” com o objectivo de divulgar e criar uma base de dados de Boas Práticas de Responsabilidade Social, a disponibilizar no site da APQ. Estes Encontros realizaram-se nos dias 11 de Maio (Eusébio & Filhos); no dia 16 de Setembro (HPP Saúde) e no dia 28 de Outubro (CENFIM).

As apresentações dos convidados, de cerca de 30 minutos foram precedidas por uma comunicação com apresentação do CRIS, incluindo Visão/ Missão e Linhas orientadoras e uma breve apresentação dos conceitos de “Responsabilidade Social da Empresas” e de “Inovação Social”

Após apresentação dos convidados e a seguir ao debate foi lançado o desafio aos participantes para serem membros do CRIS e redigirem um caso de Boas práticas a partir da matriz conceptual e exemplos da Comissão Europeia (CE, 2004, Espirito Empresarial Responsável).

1º Encontro 2010: Eusébio & Filhos  – Slides das Comunicações

2º Encontro 2010: HPP Saúde  – Slides das Comunicações

3º Encontro 2010: CENFIM  – Slides das Comunicações 

Videos

Vídeos CRIS

Apresentação do CRIS e Encontros CRIS, no 1º Encontro CRIS 2011

Relatório de Sustentabilidade da SOLIDAL / QUINTAS & QUINTAS

Projectos

Programa GANTSCh em Portugal

Sustentabilidade na cadeia de valor
O Programa GANTSCh – Global Action Network for Transparency in the Supply Chain, promovido pela GRI (Global Reporting Initiative) é dirigido às grandes empresas e tem como principal objectivo a promoção da sustentabilidade junto das pequenas e médias empresas suas fornecedores. Em Portugal contou com um forte apoio da EDP.

Eventos

Eventos 2012

CrisIntervenção 37º Colóquio da Qualidade
4 de Outubro

A marca “Made in Portugal” poderá também ser valorizada pelas condições de trabalho portuguesas. Apesar da criação e implementação de um código de ética/conduta ser cada vez mais um imperativo de mercado há que garantir a sua real existência, dentro e fora da organização. Para isso tem que ser implementado um conjunto de mecanismos para garantir um processo ético eficaz. Caso essas condições não sejam asseguradas poderá até ser contraproducente a existência do código, aumentando mesmo a desconfiança que muitas vezes envolve este tema.

O objetivo desta sessão paralela foi  dar a conhecer a problemática dos códigos de ética/conduta, com o especial enfoque para o desenvolvimento interno de um processo ético, a partir de um estudo de caso.

Cada participante, recebeu com 3 dias de antecedência o sumário executivo do estudo de caso “Programa eticaedp” (4 páginas) bem como um inquérito (1 página) que foi analisado e confrontado com algumas das respostas apresentadas no caso.

A sessão foi conduzida por Helena Gonçalves, da Católica Porto Business School e Ana Roque, da Inspire (autoras do estudo de caso) e José Figueiredo Soares, da EDP (coordenador do “Programa éticaedp”)

Apresentação CRIS no 37º Colóquio da Qualidade


Seminário “Responsabilidade Social | A Normalização Nacional e Internacional”
14 de Março

Após seis anos de trabalho ininterrupto do maior grupo internacional alguma vez criado pela ISO está já disponível a versão portuguesa da NP ISO 26000: 2011 Linhas de Orientação da Responsabilidade Social. Que relações existem entre esta norma e a NP 4469 Sistema de Gestão da Responsabilidade Social? E entre a mais antiga norma de Responsabilidade Social, a SA8000, implementada pela 1ª vez em Portugal em 2002, pela Delta? Mas o debate sobre Responsabilidade Social (RS) não se esgota na sua normalização, bem pelo contrário. Porque é que há organizações com muitas e boas práticas de RS que nunca implementaram nem tencionam vir a implementar normas e/ou guias neste tema? Que outros mecanismos existem para implementar e gerir a RS? Como escolher?

Estas foram algumas das questões que serviram de mote à organização do Seminário ‘Responsabilidade Social – A normalização Nacional e Internacional’ e que foram debatidas no dia 14 de Março, na Católica Porto Business School, com os quase 100 participantes presentes. Este evento, organizado pelo Centro de Responsabilidade e Inovação Social (CRIS), da APQ teve como principal objetivo dar a conhecer o contributo da normalização para a consolidação das práticas de Responsabilidade Social nas organizações, abordando os diferentes referenciais normativos atualmente existentes neste âmbito, a sua evolução e o seu impacto nas organizações, com os quase 100 participantes presentes.

Relato do Seminário Responsabilidade Social: A Normalização Nacional e Internacional

Breve Síntese dos referenciais de Responsabilidade Social

Artigos

 Conteúdo temporáriamente indísponivel.

Logo_EPSAVisão
Ser uma estrutura de referência para o desenvolvimento dos stakeholders no âmbito da Sustentabilidade Ambiental, enquanto pilar essencial à Excelência Organizacional.

Missão
Apresentar-se como uma estrutura que promove a disseminação e o crescimento do conhecimento no âmbito da Sustentabilidade Ambiental.
Impulsionando o debate e a reflexão sobre metodologias e práticas de Sustentabilidade Ambiental, nomeadamente, através de atividades diversas como: reuniões, debates, Workshops e seminários, entre outras iniciativas.

Temas e interesses a serem abordados pela estrutura:
Sustentabilidade nas organizações
Aplicação da legislação
Eco-inovação
Gestão de resíduos
Gestão de energia
Impactes ambientais
Quadros comunitários de apoio na área da sustentabilidade ambiental
Sistemas de Gestão

Membros da Estrutura
Isabel SilvaSandra Oliveira
Filipe CarneiroSandra Vasconcelos
Ana FonsecaSusana Lucas
Miguel Tato DiogoCristina Almeida
David MartinsBravo Ferreira
Cláudia RibeiroCláudia Pereira

Entre em contacto connosco: epsa@apq.pt

 

Notícias

GERE1(1)

O Grupo de Estudos do Risco Empresarial (GERE) é uma estrutura da APQ constituída por elementos provenientes de vários sectores de atividade, que contribuem voluntariamente para:

  • A adoção da Gestão do Risco como uma filosofia de planeamento e gestão.
  • A divulgação e o desenvolvimento das metodologias da Gestão do Risco.
  • A harmonização das diferentes linguagens da Gestão do Risco.
  • O apoio consultivo/ organizativo a outros entidades promotoras da Gestão do Risco (por exemplo, Comissões Técnicas, Centros Universitários, Instituições Civis, etc).

Caso esteja interessado em participar no GERE ou obter informações adicionais sobre este Grupo de Estudos , por favor contacte-nos através do e-mail gere@apq.pt  ou do telefone 22 615 33 20

 

Estudos e Publicações

Estudo Gestão do Risco em Portugal: Desafios para as empresas

A Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ) colaborou com a KPMG Advisory – Consultores de Gestão, S.A. na primeira edição de um estudo, lançado em 2012, que permitiu identificar quais os riscos mais relevantes para as empresas em Portugal e as práticas utilizadas na sua gestão.

Survey –  Estudo sobre gestão de risco na cadeia de abastecimento | Universidade de Aveiro

(disponível até 31 julho 2013)

Para mais informações consultar:
http://questionarios.ua.pt/index.php/649547/lang-pt

Jornais / Revistas

CRE – www.commercialriskeurope.com

StrategicRISK – www.strategicrisk.eu

 

Eventos de Gestão do Risco

Fórum FERMA 2013 Risk Management
Maastricht | 29 de setembro de 2013 a 2 de outubro de 2013

Para mais informações consultar: http://www.ferma.eu/ferma-forum-2013/

 

Organizações

FERMAwww.ferma.eu
RIMSwww.rims.org
The IRMhttp://www.theirm.org/

download

O IPBPM – Instituto Português de Business Process Management é uma das estruturas de “nova geração” criada no âmbito da APQ, tendo em conta o reconhecimento da relevância desta temática para as organizações portuguesas e, em particular, para a comunidade dos Associados da APQ, procurando desta forma acompanhar o crescente movimento internacional que se tem vindo a desenvolver neste domínio.

O IPBPM surgiu da necessidade de encontrar uma identidade própria no âmbito da temática, que facilite o seu reconhecimento internacional pelos pares e ao mesmo tempo a comunicação da mensagem para a sociedade.

As finalidades do Instituto são:

  • Facilitar o acesso à informação sobre o desenvolvimento do BPM e promover a sua adopção nas práticas das organizações portuguesas;
  • Constituir um instrumento efectivo na actualização e formação de empresários, gestores e quadros, assente no reforço da ligação entre a universidade e a empresa, reforçando a relevância estratégica do BPM;
  • Promover o ensino e a investigação do BPM nas universidades portuguesas e facilitar a realização de estágios nas empresas;
  • Reforçar a integração e alinhamento estratégico entre os diversos actores profissionais, envolvendo, nomeadamente, as comunidades    ligadas aos sistemas de informação, à estratégia, aos recursos humanos, ao controlo de gestão e à gestão da qualidade e melhoria organizacional.

Para qualquer informação, contacte os Serviços Centrais da APQ, através do e-mail geral@apq.pt ou do telefone 214996210.

Consulte o site do IPBPM em www.ipbpm.pt

Logo

Missão
Empreender e desenvolver acções no âmbito dos Sistemas de Gestão em prol da Inovação, Competitividade e Sustentabilidade das Organizações.

Visão
Ser uma referência que contribui para a disseminação da qualidade em todos os domínios da sociedade, isto é, uma referência que contribui para o enriquecimento do conhecimento nos domínios da gestão, inovação, competitividade, sustentabilidade e Excelência Organizacional.

O grupo pretende impulsionar o debate e a reflexão sobre metodologias e práticas de gestão, nomeadamente, através de actividades diversas como: reuniões, debates, Workshops e seminários, entre outras iniciativas.

Quem somos

Hoje as Organizações (públicas, privadas, da indústria ou de serviços) enfrentam grandes desafios: constrangimentos económicos e de mercado, clientes mais exigentes e informados, preocupações com a preservação ambiental e escassez de recursos, necessidades de inovação e diferenciação. Este cenário leva à necessidade de adoptar formas de gestão mais proactivas, inventivas e capazes de assegurar a continuidade do negócio, de forma sustentada e orientada para os interesses e expectativas das partes interessadas.

O NIC, constituído por profissionais de várias áreas do conhecimento, tem vindo a desenvolver iniciativas que têm como principal objectivo reforçar o contributo que os sistemas de gestão (qualidade, ambiente, e outros) podem levar às organizações:

– melhoria da comunicação e canais de informação internos e externos,
– reforço da Marca junto do cliente,
– práticas de gestão conducentes à redução de custos de ineficiência (ex: metodologias Lean),
– optimização e selecção criteriosa de recursos,
– análise de valor do produto ou serviço em função da expectativa do cliente ou utilizador,
– capacidade de inovação.

Elementos do Grupo

O Núcleo para a Inovação e Competitividade é constituído pelos seguintes elementos:

Alexandra Peixoto
Cláudia Pereira
Daniela Vieira  (Coordenadora)
Elisabete Oliveira (Coordenadora substituta)
Luís Moreira
Manuela Ramos
Pedro Paiva

CONVITE
Caso esteja interessado em participar no NiC ou obter informação detalhada sobre as nossas iniciativas , por favor contacte:

APQ-DRN | Associação Portuguesa para a Qualidade, Delegação Regional do Norte | www.apq.pt
Rua do Orfeão do Porto, nº 360, loja 3, 4150-798 Porto
Tl +351 226 153 320 | Fax + 351 226 153 328
Mail: drn@apq.pt | mail NiC: nic@apq.pt

Agenda

+info Brevemente

Para mais informações enviar e-mail para: nic@apq.pt

 

Portfolio

Actividades Realizadas | Portfolio

Maio 2013 – Seminário Marcas Responsáveis, Negócios Sustentáveis
Programa | Apresentações

Abril 2011 – Seminário “O Novo Paradigma dos Serviços de Apoio Social”
Programa | Apresentações

Outubro 2010 – Seminário “Sustentabilidade no Turismo
Programa | Apresentações

Setembro 2009 – Seminário “Qualidade nos Serviços de Apoio Social”
Programa | Apresentações

Setembro 2008 – Seminário “Certificação dos Serviços Turísticos”
Programa | Apresentações

Novembro 2007 – Seminário “Evolução da Aplicabilidade da Directiva de Produtos de Construção em Portugal”
Programa | Apresentações

riqua_logo_apq

A Rede dos Investigadores da Qualidade (RIQUA) pretende constituir uma plataforma de encontro e desenvolvimento de todos os profissionais que desenvolvam actividades de Investigação, Desenvolvimento e Demonstração, em áreas da qualidade ou afins.

A RIQUA tem três objetivos essenciais:

1-      Conhecimento pessoal mútuo e troca de experiências;
2-      Conhecimento dos trabalhos realizados, das áreas de interesse e das linhas de investigação em que os membros da rede estão envolvidos e/ou interessados;
3-      Intervenção organizada na realização de projectos em rede.

Coordenador da RIQUA: Professor António Ramos Pires

Os candidatos à rede devem formular a sua candidatura, enviando Curriculum Vitae detalhado e o Formulário de candidatura preenchido para: riqua@apq.pt.

Poderá aceder ao programa do V Encontro de Investigadores da Qualidade aqui.
A decisão de aceitação será tomada pela Comissão Instaladora.
A aceitação na RIQUA depende da satisfação dos seguintes critérios:
– Docente ou investigador em Instituições de Ensino Superior, Centros e Laboratórios de Investigação e Desenvolvimento, Centros Tecnológicos de Investigação, Desenvolvimento e Demonstração, ou outras organizações em que se desenvolvam este tipo de atividades de forma continuada;
– Curriculum comprovativo deste tipo de atividades de forma continuada;
– Ser sócio da APQ.

Regulamento

 Clique no link abaixo para descarregar o pdf do Regulamento da Rede de Investigadores da Qualidade (RIQUA)

RIQUA
tamanho: 242kb

 

Eventos

V Encontros de Tróia | Qualidade, Investigação e Desenvolvimento
III Workshop da Saúde

Realizou-se, no passado dia 6 de junho de 2014, na Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade da Beira Interior, o V Encontro de Tróia, o qual contou com a participação de, aproximadamente, 63 investigadores.

As fotos estão disponíveis para download. Clique aqui para aceder às fotos do evento.

Comissão Organizadora do V Encontro
Álvaro Rosa, ISCTE
António Ramos Pires, Instituto Politécnico de Setúbal
Henrique Lopes, Universidade Católica e ISEC
Luís Lourenço, Universidade da Beira Interior
Margarida Saraiva, Universidade de Évora
Patrícia Moura e Sá, Universidade de Coimbra
Paulo Sampaio, Universidade do Minho

LOGO_SEGURAMENTEOBJECTIVOS E ÂMBITO

São objectivos da SEGURAMENTE, enquanto estrutura da APQ, os seguintes:

– Fomentar a reflexão, comunicação, divulgação, e partilha de experiências em diversos domínios da Segurança e Saúde do Trabalho, abordando temáticas como ferramentas e práticas conducentes à prevenção nos riscos profissionais promovendo a competitividade e diferenciação das organizações.

– Reflexão de temas e/ou casos

– Organizar iniciativas de interesse para APQ, seus associados e sociedade no geral.

Constitui o âmbito da actuação da SEGURAMENTE o desenvolvimento de actividades que visem a disseminação de conceitos e práticas de Segurança e Saúde do Trabalho, associadas à adopção e implementação de sistemas de Segurança e Saúde do Trabalho, à aplicação de ferramentas de melhoria, inovação e capacitação que visem a sustentabilidade das organizações.


ELEMENTOS DA SEGURAMENTE

A SEGURAMENTE é composta pelos seguintes elementos:

Alberto Silveira
Carla Gonçalves
Carlos Filipe Lima
Cláudia Ribeiro
Cristina Almeida
Cristina Contente
Cristina Nunes
Francisco Alves
Gabriela Ramos
Isabel Silva
Jorge Miguel Carvalho
Lúcia Afonso
Miguel Tato Diogo (coordenador)
Sara Caladé
Sérgio Gonçalves
Sílvia Ribeiro Soares
Sofia de Sousa Gonçalves
Vítor Casimiro da Costa

Para mais informações envie e-mail para drn@apq.pt

 

Portfolio

Actividades Realizadas | Portfolio

Seminário | Gestão da Prevenção dos Riscos Profissionais e o Envelhecimento Activo

Data:
Janeiro de 2013
Local: ISLA GaiaPrograma | Apresentações
A Associação Portuguesa para a Qualidade criou o SCOPE – Centro de Estudos para o Desenvolvimento Organizacional, constituída por pessoas com interesse pelas atividades de estudo e investigação nas áreas da qualidade, gestão, inovação e competitividade organizacional, bem como noutras áreas afins ao desenvolvimento organizacional.

O panorama em que as organizações atuam é cada vez mais exigente e competitivo, seja qual for o setor de atividade em que se posicionam. A diferenciação pela positiva assume importância crescente, mas são variáveis como a eficiência e a simplicidade dos processos de estão que têm vindo a assumir-se como cruciais para o permanente desenvolvimento e melhoria organizacional. A equipa do SCOPE acredita que o papel que a gestão de topo assume na potenciação das capacidades internas das organizações terá de ser cada vez mais sustentado quer numa enorme capacidade em operacionalizar estratégias e gerir equipas, quer, também, no profundo conhecimento do funcionamento do sistema organizacional e das suas diferentes dinâmicas. Foi esta visão que acabou por levar à criação do Centro. Constituído por um grupo e profissionais do ensino superior que partilha a visão de que o conhecimento científico e a prática organizacional devem unir-se e funcionar como fonte de evolução, o SCOPE vai centrar a sua tividade em quatro grandes áreas: elaborar estudos técnico-científicos; organizar e promover ventos para divulgar estudos; participar em eventos técnico-científicos; constituir-se como plataforma facilitadora do desenvolvimento profissional e científico dos seus membros. O SCOPE procurará ser um centro multidisciplinar com uma perspetiva pragmática da realidade. O objetivo a sua atividade é o de dar resposta a problemas concretos das organizações modernas. Na fase de implementação, que decorre em 2016, o entro vai dar uma atenção especial a sete áreas de conhecimento: administração local; economia social; aprendizagem ao longo da vida; auditoria e consultoria; desenvolvimento regional; ensino superior; processos e desempenho organizacional; e utilização eficiente de recursos. A equipa do SCOPE tem procurado identificar os projetos a que vai dedicar-se a curto  médio prazos, projetos estes que, até ao momento, têm origem em programas de financiamento disponíveis no quadro europeu e/ou que decorrem de propostas enviadas por organizações empresariais. Importa ainda sublinhar que o SCOPE quer alargar a sua base de atuação, aumentando o número de membros e de valências, de modo a aprofundar a multidisciplinariedade e criar grupos de trabalho sólidos e atuantes. As atividades a desenvolver terão por base planos e orçamentos anuais próprios, propostos pela Equipa de Coordenação e aprovados pelo Plenário, compatíveis com as orientações estratégicas da APQ e apreciados pela sua Direção.

Quer colaborar?

Caso esteja interessado em colaborar connosco, contacte-nos através do mail scope@apq.pt, com o seu nome, contacto e principais motivações para se juntar à equipa.

Com certeza de que o seu contributo será útil, não apenas para o SCOPE, mas, fundamentalmente, para as organizações que têm no desenvolvimento o pilar essencial da sua sustentabilidade e da sua visão de longo prazo.

Assinatura do Protocolo entre o SCOPE/APQ e o CESOP/UCP

Quem Somos

Visão

“Constituir-se como uma fonte de conhecimento e de promoção do desenvolvimento organizacional.”

Missão

“Desenvolver estudos, projetos e ações de divulgação que tenham impacto no desenvolvimento organizacional.”

Objetivos Principais
  1. Contribuir para o enriquecimento do conhecimento nas respetivas áreas de atuação.
  2. Realizar e promover estudos técnico-científicos.
  3. Organizar e promover eventos de divulgação dos estudos realizados.
  4. Participar em eventos técnico-científicos.
  5. Constituir-se como uma plataforma facilitadora do desenvolvimento profissional e científico dos seus membros.
Principais eixos de atuação
  1. Administração Local
  2. Área Social
  3. Auditoria e Consultoria
  4. Desenvolvimento Regional
  5. Ensino e Aprendizagem ao Longo da Vida
  6. Processos e Desempenho Organizacional
  7. Utilização Eficiente de Recursos

Projetos em Curso

CAF Autarquias

Responsável: José Fidalgo

Parceiros: Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa (CESOP-UCP)

“A construção do Manual CAF-Autarquias é um trabalho a desenvolver num formato de investigação-ação, em conjunto com o SCOPE (Centro de Estudos de Desenvolvimento Organizacional da APQ – Associação Portuguesa da Qualidade) e Rede de Autarquias-Piloto CESOP-Local. Este trabalho de investigação-ação tem por base a metodologia de autoavaliação CAF, conhecida em Portugal pela designação de Estrutura Comum de Avaliação, com o objetivo de determinar critérios e indicadores adaptados à realidade das autarquias.

A construção do Manual CAF-Autarquias tem como propósito analisar a organização simultaneamente por diferentes ângulos promovendo uma análise holística do desempenho da autarquia.

Durante a primeira fase do projeto os “Critérios” e os “Indicadores” estarão ainda em fase de construção, pelo que só serão disponibilizados após conclusão do Manual CAF-Autarquias.Numa fase posterior, o Manual CAF-Autarquias permitirá a implementação de processos de autoavaliação em cada um dos municípios-piloto, podendo ser alargado a outras autarquias interessadas.”

http://www2.ucp.pt/site/custom/template/ucptpl_ctr.asp?SSPAGEID=3693&lang=1&artigoID=4748

Objetivos:

  • Introduzir uma cultura de excelência e dos princípios da Gestão da Qualidade Total nas autarquias.
  • Criar critérios e indicadores de avaliação adequados às características de gestão das autarquias;
  • Orientar para um ciclo completo e desenvolvido de PDCA (Planear – Executar – Rever – Ajustar);
  • Proporcionar um benchmarking que permita comparar, de forma fiável, com outras autarquias.

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Plataforma De Conhecimento Empresarial

Responsável:   Rodrigo Teixeira Lourenço

Parceiros:         Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV)

Instituto Politécnico de Setúbal (IPS)

Universidade de Évora (UE)

Objetivos:

  • Promover a cooperação e a colaboração entre organizações empresariais e institucionais de uma área territorial.
  • Desmaterialização das cadeias logísticas
  • Permitir o conhecimento da capacidade técnica e tecnológica de produção das áreas territoriais e associativas.
  • Promover a produção e desenvolvimento de conhecimento a partir da fonte de informação.
  • Facilitar o acesso ao conhecimento técnico-científico e de mercado;

Membros

Alcina de Sena Portugal DiasInstituto Politécnico do Porto
Álvaro RosaISCTE-IUL
Ana RoloInstituto Politécnico de Setúbal
Angela NobreInstituto Politécnico de Setúbal
António Ramos PiresAssociação Portuguesa para a Qualidade
Elsa FerreiraInstituto Politécnico de Setúbal
Guilhermina FreitasInstituto Politécnico de Coimbra
Helena GonçalvesInstituto Politécnico de Setúbal
Iolanda Soares
Isabel de Jesus dos Santos EboUniversidade Beira Interior
Joana DuarteEDIT – Disruptive Digital Education
José Alvarez GarciaUniversidade Extremadura
José Fidalgo GonçalvesCESOP-Universidade Católica Portuguesa
José Luís Ferreira de Sousa Oliveira
Margarida SaraivaUniversidade de Évora
Maria de Fátima Jorge OliveiraUniversidade de Évora
Maria de la Cruz del Rio RamaUniversidade de Vigo
Maria Glória AntunesAssociação Portuguesa para a Qualidade
Melissa MarmeloMelissa Marmelo Associados
Rodrigo Teixeira LourençoInstituto Politécnico de Setúbal
Rogério DuarteInstituto Politécnico de Setúbal
Rui Almeida AmaralEscola Profissional da Região Alentejo (EPRAL)
Susana LucasInstituto Politécnico de Setúbal
Susana RochaUniversidade de Évora

Regulamento

ARTIGO 1º

Constituição

No âmbito da Associação Portuguesa para a Qualidade (APQ) é constituído o SCOPE – Centro de Estudos para o Desenvolvimento Organizacional, adiante abreviadamente designado por SCOPE.

ARTIGO 2º

Visão e Missão

  1. O SCOPE tem como visão, constituir-se como uma fonte de conhecimento e de promoção do desenvolvimento organizacional.
  2. O SCOPE tem como missão desenvolver estudos, projetos e ações de divulgação que tenham impacto no desenvolvimento organizacional.

ARTIGO 3º

Objetivos

Constituem objetivos do SCOPE:

  1. Colaborar com a APQ na realização e promoção de estudos técnico-científicos em áreas que esta considere necessárias, bem como na apresentação de propostas de realização de estudos, cujas temáticas possam ser consideradas do seu interesse.
  2. Contribuir para o enriquecimento do conhecimento em áreas diversas, com destaque para as áreas da melhoria contínua e do desenvolvimento organizacional, coadjuvando e reforçando a atividade da APQ na implementação e no desenvolvimento de medidas nas referidas áreas.
  3. Constituir uma plataforma facilitadora do desenvolvimento profissional e científico dos membros do SCOPE, fomentando sinergias e projetos de interesse comum.
  4. Organizar e promover eventos de divulgação dos estudos realizados no âmbito do SCOPE, bem como participar em eventos externos, com vista à divulgação desses mesmos estudos.
  5. Participar em eventos técnicos e científicos, assim como na realização de atividades que promovam o desenvolvimento dos seus membros.

ARTIGO 4º

Membros

  1. São membros do SCOPE os Associados da APQ que demonstrem interesse nos trabalhos a desenvolver por esta Estrutura e que se revejam nos seus objetivos, sendo constituído o seu núcleo inicial pelos subscritores do presente regulamento.
  2. O SCOPE destina-se essencialmente a pessoas individuais que desenvolvem a sua atividade em instituições de Ensino Superior (Pessoal Docente/Investigador e Pessoal Técnico) ou em outras instituições que desenvolvam estudos.
  3. Poderão também ser membros do SCOPE pessoas que demonstrem interesse pela atividade de estudo e investigação nas áreas da qualidade, gestão, inovação e competitividade organizacional, bem como noutras áreas afins e que apresentem atividade científica e/ou profissional relevante.
  4. Os novos membros são convidados pela Equipa de Coordenação do SCOPE, sob proposta de um membro, sendo a sua admissão posteriormente ratificada pelo Plenário.
  5. Dado tratar-se de uma Estrutura constituída no âmbito da APQ, todos os membros do SCOPE deverão ser seus Associados, individuais ou coletivos. Caso não o sejam no momento da sua adesão ao SCOPE, comprometem-se a formalizar a sua condição de Associado no decurso do primeiro ano da sua adesão.

ARTIGO 4º

Órgãos

  1. São órgãos do SCOPE o Plenário e a Equipa de Coordenação.
  2. O Plenário é constituído por todos os membros do SCOPE, sendo dirigido pelo Coordenador da Equipa de Coordenação.
  3. A Equipa de Coordenação é constituída por um Coordenador e um Subcoordenador, eleitos por maioria, de entre os membros do SCOPE. Os resultados da eleição são homologados pela Direção da APQ, tendo os respetivos mandatos a duração de três anos.

ARTIGO 6º

Reuniões do Plenário

  1. O Plenário reúne pelo menos uma vez por semestre, com vista à análise, discussão e aprovação do Plano Anual de Atividades.
  2. Poderá reunir-se, sob proposta da Equipa de Coordenação, sempre que se considere necessário, com vista ao acompanhamento dos trabalhos e/ou de outros aspetos de funcionamento do SCOPE ou a por requerimento devidamente fundamentado de, pelo menos, um terço dos seus membros.

ARTIGO 7º

Compatibilidade, Plano de Atividades e Orçamento

  1. As atividades do SCOPE devem integrar as atividades mais gerais da APQ de forma adequada, prosseguindo assim objetivos compatíveis com os da APQ.
  2. Caso a Direção da APQ entenda que o SCOPE não prossegue objetivos e atividades compatíveis com os seus interesses, convocará a Equipa de Coordenação para alinhamento de posições e, caso o problema subsista, pode convocar o Plenário do SCOPE para resolução de eventuais diferendos.
  3. A Equipa de Coordenação desenvolve a sua atividade com base num Plano Anual de Atividades e num Orçamento próprios por si elaborados.
  4. O Plano de Atividades e o Orçamento do SCOPE deverão ser compatíveis com o as orientações estratégicas da APQ, devendo ser elaborados e submetidos para apreciação da respetiva Direção, até 30 de Novembro de cada ano. A Direção da APQ deverá pronunciar-se sobre os mesmos, num espaço de três semanas após a sua submissão.
  5. Após aprovação do Plano de Atividades e do Orçamento, o SCOPE dispõe de autonomia de decisão relativamente às iniciativas inseridas no plano, não carecendo, por isso, de aprovação por parte da Direção da APQ.

ARTIGO 8º

Financiamento

  1. O SCOPE deverá assegurar a sua sustentabilidade financeira.
  2. Constituem receitas do SCOPE as receitas geradas diretamente pelos seus serviços e atividades, podendo igualmente advir receitas de publicidade, de eventuais patrocinadores e/ou financiadores.
  3. As receitas e despesas correspondentes à atividade do SCOPE serão contabilizadas num centro de resultados especificamente criado no âmbito da contabilidade analítica da APQ.
  4. Por cada iniciativa ou serviço desenvolvido pelo SCOPE, serão acordados overheads a atribuir à APQ.
  5. A Equipa de Coordenação tem autonomia de gestão do orçamento atribuído a cada uma das iniciativas.

ARTIGO 9º

Direitos de autor

  1. A APQ tem direito de publicação e venda de relatórios que derivem dos estudos realizados pelo SCOPE.
  2. As patentes, os modelos e outros trabalhos científicos desenvolvidos no âmbito das atividades do SCOPE pertencem aos seus autores, com exceção daqueles onde existam outras diretrizes previamente contratualizadas.

ARTIGO 9º

Apoio técnico e administrativo

  1. As atividades do SCOPE serão apoiadas administrativamente pelos serviços centrais e regionais da APQ, nomeadamente através da cedência de salas para reuniões de trabalho e de outros recursos materiais e humanos que se revelem necessários. As necessidades de apoio deverão ser objeto de caracterização e planeamento prévios, de forma a poderem ser satisfeitas nas melhores condições de eficácia e a possibilitar a utilização mais eficiente dos recursos da APQ.
  2. Os serviços competentes da APQ prestarão à Equipa de Coordenação do SCOPE a necessária informação de gestão.
  3. Após o primeiro ano de funcionamento, o SCOPE deverá contribuir para as despesas do apoio técnico, administrativo e contabilístico que a APQ esteja a assegurar, e em moldes a acordar.

ARTIGO 10º

Representação externa

  1. O SCOPE assegurará a representação externa, nos domínios relacionados com a sua atividade, exceto nos casos em que tal representação seja expressamente atribuída pela Direção da APQ a outra(s) estrutura(s) ou entidade(s). Em qualquer caso, as representações externas que o SCOPE assegure, tanto a nível nacional como internacional, deverão ser compatíveis com a política e a estratégia de representações externas da APQ.
  2. O SCOPE fomentará o estabelecimento de ligações de âmbito internacional com organizações congéneres, nomeadamente as que existam (ou venham a existir) no âmbito dos parceiros da APQ.

ARTIGO 11º

Dissolução

  1. O SCOPE dissolve-se por decisão da maioria qualificada dos seus membros, em Reunião do Plenário, especificamente convocada para esse efeito, ou por decisão justificada da Direção da APQ, quando existir violação do artigo 3º.
  2. Em caso de dissolução, a Direção da APQ tem o direito de reter a marca SCOPE, bem como o seu património.

ARTIGO 12º

Omissões

Os casos omissos serão objeto de análise e resolução por parte do Plenário, tendo em conta os estatutos da APQ e a lei geral.

Regulamento aprovado pela Direção da APQ

14 de Maio de 2015

 

Os Subscritores

Ana Cristina Rodrigues Rolo Alves

António Manuel Ramos Pires

Conceição de Jesus Anastácio Arimateia Lira Fernandes

Elsa Cristina da Costa Ferreira

Filipe Manuel Carapeto Fialho

Helena Cláudia Correia Costa Gonçalves

Joana Rebelo Tomás Duarte

Joaquim Manuel da Silva Ribeiro

Maria Ângela Gomes de Araújo de Lacerda Nobre

Rodrigo Teixeira Lourenço

Rogério José da Silva Correia Duarte